
É só mesmo para deixar registrado.
No domingo, dia 05, fiz mais um ano de vida
Quis comemorar o dia todo em casa, com a família, coisa que não fazia há uns três anos. Levantei-me tranquilamente, com uma louca vontade de arrumar alguns papeis jogados em um canto do meu quarto. No fim das contas, encontrei até o telefone e o e-mail de uma ex-namorada, já amarelado pela umidade. Foi um dia bacana, apenas com a família e dois grandes amigos.
Do ano passado pra cá, até que fiz bastante coisa. Mudei para Jornalismo. Participo do blog da minha sala. Produzi textos que já foram elogiados por profissionais da área de jornalismo e da literatura. Fiz minha primeira “matéria” num restaurante japonês. Visitei editorias de arte de alguns jornais e senti um pouco mais próximo a profissão que escolhi. Terminei finalmente de digitar os meus principais contos que ainda estavam manuscritos. Voltei a fazer teatro, uma das minhas maiores paixões.
Fiz coisas que JAMAIS imaginei que um dia faria, como colocar um piercing no tragus, varar a madrugada pelo Centro de São Paulo bebendo todas, cantando “Ilariê” numa esquina com um grupo de mais de 15 pessoas entre amigos e desconhecidos e vendo shows de Sidney Magal, Living Collor e Double You. Ou ainda, ir a shows inesquecíveis como do CJ Ramone e Ana Carolina (e a música do “sabonete”). Eu, que sempre fui avesso à baladas, freqüentei algumas esse ano. Alías, o meu próprio aniversário, ontem, foi comemorado numa balada, chamada Trash 80’s (farei ainda um post sobre ela, pois é uma dica que vale a pena contar). Foi uma experiência incrível, ainda mais ao lado de amigos que me fazem tão bem.
Não tenho muito o que dizer sobre mim. Continuo correndo com a minha louca rotina de universitário, sempre sem grana, mas com muitos sonhos na bagagem. Ainda patino em meio às minhas dores e traumas de sempre, e que ora vejo que se cicatrizaram, ora vejo que alguma se abriu e precisa de novo ser tratada. Tenho medo de algumas coisas que me esperam no futuro, e de decisões que mais cedo ou mais tarde terei que tomar com relação à minha vida profissional e pessoal, especialmente àquilo que deverei deixar para trás. Ao mesmo tempo, sinto um louco desejo de me jogar pelo mundo e de viver experiências novas, e de desbravar caminhos por meio da profissão que eu escolhi. Continuo forte com a minha paixão pela arte da escrita, mesmo que não tenha mais tempo como antes para de dedicar à ela da forma como gostaria.
Em certos momentos já me sinto um adulto completamente independente. Em outros, ainda me sinto preso à algumas coisas. Sei que algumas cobranças normais da idade começarão a me apertar mais. E o tempo está passando. Papéis estão ficando cada vez mais amarelados. Objetos que ganhei em aniversários anteriores, mais ultrapassados e defeituosos. Amigos que me acompanham desde outros aniversários, mais velhos e mais maduros. Os meus pais, meus irmãos e sobrinhos, idem.
E as coisas vão mudando. A minha escrita vem sendo cada vez mais moldada pela Academia, pela nova ortografia e pelo curso de Jornalismo. A minha visão de mundo, junto com a minha subjetividade, vem sofrendo metamorfoses cada vez mais agudas. Meus olhos veem um mundo diferente. Os meus olhos sentem coisas cada vez mais diferentes. Os meus medos oscilam, junto com meus desejos de ultrapassar barreiras. E vou vivendo nessa complexidade, perdido no meio de tantas descobertas, mas feliz pela oportunidade de poder ver e sentir todas elas.
Que a minha construção continue se fazendo. Que os meus pilares continuem me sustentando. Que as minhas janelas continuem abertas para a luz do sol e para novos ares. Que seja o teto para as pessoas que eu amo e para o mundo na qual eu desejo contribuir.
Obrigado a todos por fazerem parte da minha história, e por permitirem que eu possa também fazer parte da história de vocês.
Basicamente, é isso. Gostaria de poder escrever mais, mas a falta de tempo e o sono não me permitem.
Até mais!
No domingo, dia 05, fiz mais um ano de vida
Quis comemorar o dia todo em casa, com a família, coisa que não fazia há uns três anos. Levantei-me tranquilamente, com uma louca vontade de arrumar alguns papeis jogados em um canto do meu quarto. No fim das contas, encontrei até o telefone e o e-mail de uma ex-namorada, já amarelado pela umidade. Foi um dia bacana, apenas com a família e dois grandes amigos.
Do ano passado pra cá, até que fiz bastante coisa. Mudei para Jornalismo. Participo do blog da minha sala. Produzi textos que já foram elogiados por profissionais da área de jornalismo e da literatura. Fiz minha primeira “matéria” num restaurante japonês. Visitei editorias de arte de alguns jornais e senti um pouco mais próximo a profissão que escolhi. Terminei finalmente de digitar os meus principais contos que ainda estavam manuscritos. Voltei a fazer teatro, uma das minhas maiores paixões.
Fiz coisas que JAMAIS imaginei que um dia faria, como colocar um piercing no tragus, varar a madrugada pelo Centro de São Paulo bebendo todas, cantando “Ilariê” numa esquina com um grupo de mais de 15 pessoas entre amigos e desconhecidos e vendo shows de Sidney Magal, Living Collor e Double You. Ou ainda, ir a shows inesquecíveis como do CJ Ramone e Ana Carolina (e a música do “sabonete”). Eu, que sempre fui avesso à baladas, freqüentei algumas esse ano. Alías, o meu próprio aniversário, ontem, foi comemorado numa balada, chamada Trash 80’s (farei ainda um post sobre ela, pois é uma dica que vale a pena contar). Foi uma experiência incrível, ainda mais ao lado de amigos que me fazem tão bem.
Não tenho muito o que dizer sobre mim. Continuo correndo com a minha louca rotina de universitário, sempre sem grana, mas com muitos sonhos na bagagem. Ainda patino em meio às minhas dores e traumas de sempre, e que ora vejo que se cicatrizaram, ora vejo que alguma se abriu e precisa de novo ser tratada. Tenho medo de algumas coisas que me esperam no futuro, e de decisões que mais cedo ou mais tarde terei que tomar com relação à minha vida profissional e pessoal, especialmente àquilo que deverei deixar para trás. Ao mesmo tempo, sinto um louco desejo de me jogar pelo mundo e de viver experiências novas, e de desbravar caminhos por meio da profissão que eu escolhi. Continuo forte com a minha paixão pela arte da escrita, mesmo que não tenha mais tempo como antes para de dedicar à ela da forma como gostaria.
Em certos momentos já me sinto um adulto completamente independente. Em outros, ainda me sinto preso à algumas coisas. Sei que algumas cobranças normais da idade começarão a me apertar mais. E o tempo está passando. Papéis estão ficando cada vez mais amarelados. Objetos que ganhei em aniversários anteriores, mais ultrapassados e defeituosos. Amigos que me acompanham desde outros aniversários, mais velhos e mais maduros. Os meus pais, meus irmãos e sobrinhos, idem.
E as coisas vão mudando. A minha escrita vem sendo cada vez mais moldada pela Academia, pela nova ortografia e pelo curso de Jornalismo. A minha visão de mundo, junto com a minha subjetividade, vem sofrendo metamorfoses cada vez mais agudas. Meus olhos veem um mundo diferente. Os meus olhos sentem coisas cada vez mais diferentes. Os meus medos oscilam, junto com meus desejos de ultrapassar barreiras. E vou vivendo nessa complexidade, perdido no meio de tantas descobertas, mas feliz pela oportunidade de poder ver e sentir todas elas.
Que a minha construção continue se fazendo. Que os meus pilares continuem me sustentando. Que as minhas janelas continuem abertas para a luz do sol e para novos ares. Que seja o teto para as pessoas que eu amo e para o mundo na qual eu desejo contribuir.
Obrigado a todos por fazerem parte da minha história, e por permitirem que eu possa também fazer parte da história de vocês.
Basicamente, é isso. Gostaria de poder escrever mais, mas a falta de tempo e o sono não me permitem.
Até mais!
Danilo Moreira
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FOTO: http://www.fotodependente.com/img6099.htm
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