terça-feira, 27 de julho de 2010

Antes e Depois - Atriz de Punky, A Levada da Breca


Quem não se recorda de Punky, A Levada da Breca, famosa série dos anos 80 que fez sucesso aqui no Brasil, graças a uma linda garotinha de sardas, roupas ultracoloridas (às vezes penso se ela não seria uma precursora do Restart...), que dormia numa carroça, em um quarto exótico, e era adotada por um velhote ranzinza?

Pois bem, quem dava vida a essa garotinha excêntrica era a atriz Soleil Moon Frye. Seu nome é de origem francesa e significa “sol”. Soleil nasceu em Glendora (Califórnia – EUA), em 6 de agosto de 1976, filha do ator Virgil Frye e de Sondra Peluce Londy. Ela também tem dois meio-irmãos, chamados Sean Frye e Meeno Peluce, que também atuaram quando eram crianças.

Soleil começou a atuar com 2 anos de idade, mas foi com o seriado Punky Brewster, da NBC (1984-1988) é que ficou mundialmente conhecida, tanto que por causa do grande assédio, segundo o site Infantv, a atriz teve que mudar de escola por várias vezes, chegando a interromper os estudos por algum tempo e retornando tempos depois. Também dublou o desenho animado da série, além do desenho The Real Ghostbusters.

A atriz também atuou no cinema. O primeiro filme foi em 1982, chamado Missing Children: A Mother's Story. Na década de 1990 e 2000 atuou em filmes pouco conhecidos. Também atuou no papel de Roxie nas três ultimas temporadas de Sabrina, Aprendiz de Feiticeira (2000-2003), e participações em séries como Anos Incríveis (como Mimi Detweiler, na temporada de 1990), e em Friends (como Katie, uma das namoradas de Joey, na temporada de 1999).

Soleil se casou em outubro de 1998 em Los Angeles com o produtor e ator Jason Goldberg, e em 2005, deu a luz à sua primeira filha, Poet Sienna Rose Goldberg, Em 2008 nascia sua segunda filha, Jagger Joseph Blue Goldberg.

Pois é, o tempo, passa, e aquela menininha com cara de anjo cresceu, se tornando esse mulherão que está prestes a completar 34 anos, e que ainda atua, dubla, e é também diretora, bem casada, mãe de duas filhas, mas eternamente reconhecida como Punky, a Levada da Breca.


E é isso. Em breve, mais sessão Antes e Depois, no blog Ponto Três!


Danilo Moreira


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FONTES:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Soleil_Moon_Frye

http://www.thiagosantosgomes.blogger.com.br/soleilmoonfrye.htm

http://www.infantv.com.br/punky.htm


FOTO:

http://upcomingdiscs.com/ecs_covers/punky-brewster-season-one-large.jpg

http://www.babble.com/CS/blogs/famecrawler/2007/10/01-07/moon-frye-soleil.jpg

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Tempo, tempo...


Nesse sábado saí com um amigo que estudou comigo num curso técnico há uns sete anos atrás. Fomos para um programa cultural, no Museu da Língua Portuguesa na Estação da Luz, um lugar que aliás, eu recomendo. Depois fomos almoçar no Shopping Light, no Anhangabaú, lugar que eu peguei apreço para matar a fome sempre que vou para aqueles lados do Centro.

Fazia tempo que não nos víamos, e óbvio que quando nos reencontramos sempre perguntamos ao outro o que está fazendo da vida, e principalmente, nos recordamos do tempo em que estudávamos, como estão as pessoas da época, e por aí vai. Engraçado que muitos nomes sumiam da nossa memória (especialmente da dele rs), mas com a descrição de detalhes físicos e até bizarrices características dessas pessoas acabávamos nos lembrando. Alguns já terminaram o ensino superior. Outros, se casaram, e já têm filhos.

Não é de hoje que eu me recordo desse pessoal, assim como os da escola. E sempre vem a conclusão: como o tempo passou. E pensar que quando me formei no Ensino Médio, o Msn ainda era novidade, não existia Orkut, só quem era mais bem de vida tinha celular (e nem era com câmera e menos ainda com bluetooh), câmera digital era difícil ter. Diferente de hoje que de vez em outra dá aquele ataque, a gente pega o celular e começa a fazer caras e bocas pra tirar foto, ou pra flagrar alguém comendo, naquela época foto só em eventos especiais, e só quem era ligado é que se preocupava em comprar filme e levar (porque ainda tinha o gasto da revelação).

Hoje, todos cresceram. Todos têm a sua vida. De vez em quando o destino faz a gente se cruzar nos ônibus, metrôs e calçadas da vida, ora dá a oportunidade de fazer um programão de fim de semana com algum amigo, como foi o caso desse sábado. Alguns desapareceram, não deixaram qualquer rastro. Outros passam pela gente e mal nos reconhecem. Outros, eu mesmo faço questão de passar e não reconhecer. E assim é o tempo, modificando o quadro das nossas vidas, que ora nos junta num elemento só, ora nos separa, cada um na composição do seu tom e expressão apropriados.

Faz bem olhar para trás e ver quanta coisa mudou, quantas coisas foram conquistadas, os projetos. Me faz bem ver amigos crescendo na vida e atingindo os seus objetivos. Me faz bem ver amigos que não ficam apenas no passado, mas que sempre tem novidades e projetos para contar. Me faz bem também, é claro, contar à eles tudo que eu conquistei e as coisas que eu quero conquistar. Me faz bem falar com eles sobre o passado, o presente e o futuro. Me faz bem ser parte do passado, do presente, e porque não do futuro deles.

Nem que esse futuro seja apenas um novo reencontro, apenas para contar as novidades.

Como já dizia Caetano Veloso, tempo, tempo... “compositor de destinos, tambor de todos os ritmos...”.


Danilo Moreira

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FOTO: arquivo pessoal

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Curiosidades sobre Pica-Pau - Parte 2


O mito do surgimento do personagem

Segundo o site imaginebirds, um agente de imprensa de Walter Lantz conta que a idéia do personagem surgiu depois que um irritante Pica-Pau passara a noite toda furando o telhado de um chalé que Lantz e sua esposa Grace Stafford havia alugado no Lago Sherwood para passar a lua-de-mel. O Pica-Pau não deixou que o casal dormisse, e, após ter ido embora, o casal percebeu os vários buracos deixados no telhado. Uma chuva caiu naquela mesma noite, acabando de vez com a noite de sono dos dois. Essa história não é comprovada, pois eles se casaram em 1940 quando, segundo o site, o Pica-pau já havia aparecido no desenho de Andy Panda.

Dubladores e a risada do Pica-Pau

A risada do cabeça vermelha foi criada por Mel Blanc, que curiosamente havia a utilizado antes nos primeiros desenhos do personagem Happy Habit (que viria a ser o Pernalonga). Blan dublou Pica-Pau de 1940 até 1941, quando foi para a Warner Bros. Após ele, veio Ben Hardaway (1942-1949), Grace Stafford (contra a vontade do marido Lantz, que acabou aceitando após a mulher ter feito um teste escondida e ter sido justamente a escolhida como melhor voz, para a surpresa do próprio Lantz). Grace ficou de 1950 até 1985. Em 1988, Cherry Davis assume o posto, e nos episódios produzidos entre 1999 e 2002, Billy West.

No Brasil, nos anos 1960, Olney Cazarré foi o primeiro dublador nos estúdios BKS (antiga AIC), com uma voz mais fina. No final dos anos 1960, deixa a BKS para trabalhar no Rio, assumindo um garoto de 10 anos chamado Garcia Júnior, que também ficou famoso por dublar os primeiros episódios da década de 40. Quando o garoto cresceu e sua voz engrossou, Cazarré volta a dublar o desenho nos anos 1980, com um tom mais rouco (o que podemos observar em alguns desenhos passados em faroeste, por exemplo). Os episódios mais recentes (1999-2002) são dublados por Marco Antonio Costa.

Outras curiosidades

- O Pica-Pau não tem nome próprio no Brasil. Nos EUA, Woody Woodpecker significa Woody, O Pica-Pau. Algumas revistas em quadrinhos nos anos 50 e 60 tentaram abrasileirar o nome como Údi, O Pica-Pau e de outros personagens, o que acabou não pegando principalmente após as dublagens para a TV da AIC, nos anos 60, que acabaram utilizando os nomes que conhecemos hoje.

- O Coelho Osvaldo, que aparece em alguns desenhos, é personagem criado por Walt Disney, no tempo em que trabalhou na Universal. Recentemente, a Disney recuperou os direitos do personagem.

- Vários dubladores de Chaves também participaram das temporadas de Pica-Pau, inclusive na mais recente. Entre eles, Marcelo Gastardi (Chaves – Raposa Flik Fox), Mario Vilela (Seu Barriga – baleia Dopey Dick), Carlos Seidl (Seu Madruga – Doutor Lelé do Novo Pica-Pau) e Cecília Lemes (Chiquinha, Dona Neves, Paty – Picolino).

- No Novo Pica-Pau, vários personagens e cenas são atribuídas a antigos episódios ou curta metragens de Walter Lantz. Um exemplo disso é no final do episódio Bebê Abutre "Baby Buzzard", onde aparece o mesmo policial que apareceu em um curta de 1948, Hora do Bebê "Wacky-Bye Baby". Ou então, quando no final do episódio Louco por Praia "Beach Nuts", em que a Srta Meany está rodeada de surfistas e dois se chamavam "Moe" e "Miny". Então ela compara o nome dos dois com o dela fazendo uma citação a um antigo desenho em preto e branco de Walter Lantz chamado: "Meany, Miny and Moe".

E por hoje é só. Em breve, novas curiosidades no Ponto Três.


Danilo Moreira

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FONTES:

http://www.tvsinopse.kinghost.net/art/w/walter-lantz.htm

http://rabiola.grude.ufmg.br/gerus/noticias.nsf/e76867f1f59135c983256b
d8006d3f64/e85613a699f045bc83256c60006ffc3b?OpenDocument

http://forum.imaginebirds.com/topic/1893-desenhopica-pau-globo-sbt-record/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Walter_Lantz

http://forum.outerspace.terra.com.br/showthread.php?t=201063


FOTO:

http://www.imotion.com.br/imagens/data/media/42/7016pica_pau1.jpg

sábado, 10 de julho de 2010

Curiosidades sobre Pica-Pau - Parte 1

Olá leitor!!!

Primeiramente, peço desculpas pelo sumiço. Agora, de férias, poderei me dedicar mais a este espaço. Na verdade já comecei, dando uma modificada no layout do blog, com colunas beeem mais espaçosas do que o layout anterior... (ufa!!rs)

Em segundo lugar, há alguns meses postei na seção Ponto Retrô uma homenagem ao desenho Pica-Pau, prometendo voltar com uma sessão de curiosidades sobre ele.

Pois bem, demorou, mas está aqui, dividido em duas partes.

A parte 1 falará sobre o autor de Pica-Pau, Walter Lantz. A segunda parte falará de outras curiosidades sobre o desenho e será postada ainda nessa semana.

Espero que tenha gostado do novo layout!

Até mais!


- O criador de Pica-Pau: Walter Lantz

Lantz em 1983

Walter Lantz (Walter Benjamin Lanza) nasceu em New Rochele (EUA), em 27 de abril de 1899. Descendente de italianos, desde pequeno Walter já mostrava talento para a arte do cartoon, sendo matriculado aos 12 anos numa escola de arte. Em seu primeiro emprego como mecânico, costumava colocar seus desenhos nas paredes da oficina, o que acabou resultando na sua contratação para o jornal New York American, e mais tarde no John R. Bray Studios. Em 1924 já tinha destaque como desenhista, produtor e animador, com sua primeira série de desenhos animados, chamado Dinky Doodle. Em 1927, já trabalhava em Hollywwod, com o desenho Oswald the Lucky Rabbit. Em 1929, Lantz cria seu primeiro desenho animado próprio, o Race Riot. A partir daí passa a produzir desenhos por conta própria no seu estúdio (Walter Lantz Studio) e atuar como co-produtor para desenhos da Universal Pictures.

Andy Panda foi produzido entre 1939 e 1949. Foi nesse desenho que em 1940 o Pica-Pau aparece pela primeira vez, infernizando Andy e seu pai comendo as telhas de sua casa. Lantz mal sabia que aquele pássaro maluco seria o maior sucesso de sua carreira, tendo seu show próprio em 1957 na rede ABC. Lantz chegou a receber uma indicação ao Oscar com uma canção criada especialmente para o desenho (The Woody Woodpecker Song). Lantz seguiu produzindo seus desenhos para Tv até 1972, quando por problemas financeiros seu estúdio acabou sendo fechado. Ainda sim continuou produzindo desenho e vendendo-os para produtoras. Em 1982, doou dezessete produções desse material, inclusive um raro modelo do Pica-Pau esculpido em madeira utilizado no desenho de estréia em 1941. Em 1985 vendeu sua biblioteca de desenhos para a MCA/Universal. Recebeu em 1973 pela Sociedade Internacional de Animação, ASIFA/Hollywwod o prêmio Annie, e em 1979, um premio especial do Oscar “por haver levado prazer e alegria para todos os cantos do mundo". Em 1986 ganhou uma estrela na Calçada da Fama.

Lantz morreu aos 94 anos no dia 22 de março de 1994, em Burbank, Califórnia (EUA), vítima de insuficiência cardíaca.

Continua na parte 2...

Danilo Moreira

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FONTES:

http://www.tvsinopse.kinghost.net/art/w/walter-lantz.htm

http://rabiola.grude.ufmg.br/gerus/noticias.nsf/e76867f1f59135c983256bd8006d3f64/e

85613a699f045bc83256c60006ffc3b?OpenDocument

http://forum.imaginebirds.com/topic/1893-desenhopica-pau-globo-sbt-record/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Walter_Lantz

http://forum.outerspace.terra.com.br/showthread.php?t=201063



FOTO:

http://fr.academic.ru/dic.nsf/frwiki/1726611

domingo, 6 de junho de 2010

A Vitrine

Pádua no Programa do Ratinho, em 08-04-2010


É cada coisa que a gente encontra por aí...

Ao abrir a página da Folha Online no dia 02 de junho, me deparei com esta notícia.

“Beijaria os pés dela, deixaria ela me bater, diz Guilherme de Pádua sobre Glória Perez”

Condenado pelo assassinato de Daniella Perez, filha da escritora e novelista Glória Perez, desde 1992, Guilherme de Pádua está em liberdade desde 1999 e se converteu à Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte (MG). Recentemente, no dia 08 de abril, Pádua apareceu no Programa do Ratinho (SBT), se recusando a dar detalhes do crime por afirmar ter sido ameaçado via Twitter por Gloria Perez, e mostrando claramente a intenção de limpar sua imagem perante toda a sociedade demonstrando ser agora um homem arrependido e muito religioso. Essa declaração não passa de mais um capitulo dessa história.

É complicado quando alguém que comete um crime bárbaro como esse, ainda mais de grande repercussão como foi (ainda mais se tratando de um ator Global, na época), tentar agora passar a imagem de regenerado, soltando frases carregadas de religiosidade, arrependimentos e prostração moral. A religião, aliás, é ao meu ver o meio mais utilizado para essa tentativa de regeneração.

Conheço casos de pessoas que eram alcoólatras, drogadas, bandidos, assassinos, e que realmente encontraram um sentido na vida através da religião e, normalmente aliado à ela, projetos sociais. Mas quando esse individuo vem parar na mídia e começa a dar declarações desse tipo, a coisa muda de figura.

Noticias do quilate do caso Suzanne Richtoffen, a Menina Isabella, Madeleine, Eloá, O Maníaco do Parque, entre outros, são casos que mexem com o imaginário popular. Já parou para se perguntar por que noticias desse tipo são veiculadas á exaustão, perdurando por dias e mais dias?

Simplesmente, o que chama atenção nessas noticias são os fatos em si, mas sim quem são os culpados, os vilões, e como eles serão punidos. Se o culpado é uma incógnita, aí sim é que haverá assunto. Ou a imprensa já aponta um culpado (mesmo que erroneamente, como o caso da brasileira Paula Oliveira, em quem fevereiro de 2009 afirmou ter sido espancada por neonazistas na Suíça, o que depois foi comprovadamente desmentido), ou trazem especialistas em suas revistas eletrônicas para apontar os culpados. Depois do julgamento, que se torna um evento quase como de ultimo capítulo de novela, passam-se os anos, e alguém desenterra o assunto no sentido de “enfim, a justiça aconteceu? Como ele está hoje?”.

O caso de Guilherme de Pádua faz parte desse processo. Ele é o principal culpado. Já foi julgado e condenado. Já está em liberdade. Agora, está querendo mostrar que se arrependeu, querendo ter uma vida normal. Ora, nunca uma pessoa como ele poderá ter a mesma vida de antes, não enquanto seu nome continuar aparecendo na mídia com a vitrine de um arrependimento, mas sempre com sombra de um crime. Não adianta, mesmo demonstrando um possível arrependimento, sempre que vermos seu rosto logo nos remeteremos ao crime (que aliás, a mídia mesmo faz questão de lembrar), à dor da mãe da vitima, e a todo o histórico de comoção e revolta que esse fato causou a toda a sociedade.

Por isso, e digo não só no caso dele, mas em todos os casos onde criminosos (não só de crimes bárbaros, mas também por corrupção, estelionato, etc.) aparecem na mídia querendo se defender, precisa-se observar e analisar com atenção não só o próprio autor do discurso, mas também todo o contexto que está por trás, sejam intenções dele, sejam intenções da própria mídia que o veicula.

Danilo Moreira


Hoje postei em dois blogs, o meu e o da minha sala de jornalismo, com um uma discussão interessante sobre vagões nos metrôs exclusivos para mulheres. Para saber mais, clique aqui.

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FONTE:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/743868-beijaria-os-pes-dela-deixaria-ela-me-bater-diz-guilherme-de-padua-sobre-gloria-perez.shtml

FOTO:
http://files.gospelnaldo.webnode.com.br/200000801-083c60936c/Ratinho-Guilherme.jpg
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